Nandando com botos no Amazonas

botos

Neste segundo post sobre o passeio de 1 dia que eu fiz no Amazonas com a Amazing Tours, eu vou falar de uma das experiências mais bacanas que eu já tive: nadar com botos cor de rosa no Rio Negro.

Se você está chegando por aqui agora, vale dar uma olhada no post anterior onde eu falo da primeira parte do passeio: “Amazonas: encontro das águas”.

Depois que saímos do restaurante flutuante onde almoçarmos, seguimos de barco rumo ao oeste, subindo o Rio Negro. Passamos por toda a cidade de Manaus, pela belíssima Ponte Rio Negro e seguimos por 1h30m rio acima.

A medida que nos afastávamos da região metropolitana de Manaus, a natureza nas margens do rio ficava ainda mais bonita. Eram várias praias de areia branca, florestas exuberantes e vez ou outra uma garça na margem ou uma família de macacos pulando de galho em galho.

Flutuante dos botos

Flutuante dos botos

O flutuante onde o barco atraca para a visita fica em uma parte mais recuada do rio, um ponto onde não há correnteza, só as águas calmas e escuras do Rio Negro, o lar dos botos.

Vestimos os coletes salva-vidas e entramos em dois grupos na água morna do rio. Em seguida veio o rapaz que alimenta os botos, e é isso que chama a atenção e faz com que eles venham para a superfície.

Lá vem o primeiro

Lá vem o primeiro

A primeira imagem é inesquecível, um animal tão grande, tão forte e incrivelmente dócil. Talvez essa seja a razão de ser um bicho tão vulnerável a caça. A carne do boto é usada desde isca para outros peixes até como afrodisíaco.

E foram muitos

E foram muitos

A pele é lisa, sem escamas, semelhante a dos golfinhos e falando nisso, segundo os biólogos, não existe nenhuma diferença entre os dois animais, só que um vive na água doce e o outro na água salgada. Alguns são rosados e outros cinza, como os irmãos que vivem no mar.

Os bichos ficam loucos com o tratador e chegam a sair quase que completamente fora da água, dá uma olhada no vídeo abaixo:

A experiência de nadar com esses animais extraordinários é imperdível para quem vai ao Amazonas. Foi um momento único onde a gente se sente meio criança, saímos dali com a alma lavada e também com a consciência de que é preciso ter mais carinho e zelar pela preservação da espécie.

No próximo post, vou falar da última etapa do passeio: a visita a tribo indígena.

Leia também:
Amazonas: encontro das águas
Todos os posts sobre o Amazonas


Sigam o Vou na Janela no Facebook e no Instagram


Em fevereiro de 2016 eu fiz os passeios pelo Amazonas a convite da Amazing Tours. O Vou na Janela só aceita parcerias com empresas e serviços em que realmente confia e recomenda.

Share on FacebookTweet about this on TwitterShare on Google+Pin on PinterestPrint this page
mm

Fabricio Moura

Meu nome é Fabricio, moro em São Paulo, sou designer e apaixonado pelo mundo. Descobri que viajar é se perder e se encontrar. Se conhecer melhor e se amar mais. Acumular histórias e experiências. Vamos?

Seja o primeiro a comentar