Como é voar nas rotas regionais da TAM (Latam Airlines)

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Recentemente eu tive a oportunidade de viajar em uma das rotas regionais da TAM, partindo do aeroporto de Congonhas em São Paulo, para Ribeirão Preto, cidade do interior paulista, distante 336 quilômetros da capital.

A viagem foi a convite da APP Ribeirão, Associação dos Profissionais de Propaganda, para ser um dos jurados do Fest Digital, evento que premia as melhores peças de publicidade do interior.

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O A320 no gate em Congonhas, o vôo estava bem vazio

O A320 no gate em Congonhas, o vôo estava bem vazio

As rotas regionais da TAM são operadas com aeronaves Airbus A319 e A320, os mesmos modelos que voam nas rotas domésticas e algumas internacionais de curta e média distância. Alguns vôos regionais são operados pela Passaredo, com turboélices ATR 72, bem menores e mais lentos que os Airbus.

O meu vôo na ida foi noturno, diurno na volta, e ambos operados pelos Airbus A320, o PT-MZY foi a aeronave da ida, uma das mais antigas da frota da TAM, mas o interior do avião estava bem limpo e demonstrava poucos sinais de desgaste. Essas aeronaves devem começar a receber em breve novas poltronas, com design mais fino, oferecendo um pouco mais de espaço para o passageiro, sem pecar ainda mais no conforto.

Serviço de bordo dos vôos mais curtos

Serviço de bordo dos vôos mais curtos

Apesar de ser uma sexta-feira, meu vôo saiu no horário. Às 22h15, 10 minutos antes do previsto, já estávamos fazendo o push-back e as comissárias servindo as tradicionais balinhas.

Como todo mundo sabe, essas aeronaves não tem entretenimento de bordo, apenas algumas telinhas compartilhadas que ficam passando informativos. Um ponto bem negativo para a TAM, já que a Avianca e Azul oferecem o serviço em todas os seus aviões e a Gol prometeu internet a bordo. Mas sendo um vôo tão curto, não faz falta.

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As telinhas que não servem para nada

A TAM padronizou seu serviço bordo de acordo com a duração da viagem: sanduíche frio; snack – uma caixinha com bolinho, biscoito e um queijinho; ou cortesia – um biscoito ou saquinho de torradas. Para beber eles servem refrigerantes, sucos, água e café, que foi uma ótima surpresa. A TAM está servindo café Suplicy e nem lembra aquela “água” que é servida por outras empresas.

Mesmo sendo um vôo incrivelmente curto, teve o serviço de bordo de cortesia, mas é tão rápido que antes mesmo das comissárias terminarem de servir, o comandante já anunciava no speech a descida até o Aeroporto Dr.Leite Lopes em Ribeirão Preto.

Sala de embarque

Sala de embarque

O vôo tinha uma previsão de duração de 1h02m, mas durou incríveis 35 minutos. Provavelmente pegamos uma corrente de vento a favor que proporcionou um pequeno milagre.

A operação é muito rápida, o avião fica cerca de 20 minutos em solo.

A operação é muito rápida, o avião fica cerca de 20 minutos em solo.

No aeroporto de Ribeirão Preto as operações de embarque e desembarque são feitas na pista pelas portas dianteira e traseira, o que deixa a operação bem ligeira.

Mesmo pequeno, é um aeroporto bem movimentado e além da TAM, a Gol, Azul e Passaredo operam lá. Na verdade, a sede da Passaredo fica neste aeroporto.

Embarque na porta traseira, com pequeno terminal ao fundo e a paisagem do interior de SP

Embarque na porta traseira, com pequeno terminal ao fundo e a paisagem do interior de SP

Resumindo: voar nas rotas regionais da TAM é semelhante a qualquer vôo doméstico pelo Brasil, o que muda é o tipo de lanche que vai depender da duração da viagem.


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Fabricio Moura

Meu nome é Fabricio, moro em Bangkok na Tailândia, sou designer e apaixonado pelo mundo. Descobri que viajar é se perder e se encontrar. Se conhecer melhor e se amar mais. Acumular histórias e experiências. Vamos?

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