Como visitar a fronteira entre as Coréias?

fronteira entre a Coréia do Sul

Amigo leitor, você já pensou em visitar a fronteira entre a Coréia do Sul e a Coréia do Norte? Andando por Seul, não é incomum encontrar agências de viagens oferecendo passeios até a zona desmilitarizada entre as duas Coréias. Na real, eu acabei descobrindo que é bem comum o passeio para visitar a fronteira entre a Coréia do Sul e a Coréia do Norte e muita gente vai fazer este rolê.

Mesmo com a reaproximação dos dois países, a zona desmilitarizada (DMZ), que já foi um dos lugares mais tensos do mundo, ainda é uma região fechada e que desperta a curiosidade de muita gente.

Fronteira entre a Coréia do Sul e a Coréia do Norte


Monumento do lado sul coreano

Se você estiver passando por Seul e tem interesse em dar uma espiadinha no país de Kim Jong-un, pode comprar um pacote de um dia de passeio até a fronteira entre a Coréia do Sul e a Coréia do Norte.

Normalmente os passeios saem cedinho de Seul e voltam no fim do dia. Mesmo a fronteira sendo relativamente perto da capital sul-coreana – aproximadamente 2 horas de viagem – a zona desmilitarizada é imensa. Os lugares mais visitados são os pontos de observação, de onde o visitante consegue ter uma boa visão do outro lado da fronteira, pequenos vilarejos e um túnel que foi construído nos anos 70 para os norte coreanos espionarem os vizinhos do sul.

Uma espiadinha na Coréia do Norte


A região é cheia de minas terrestres

A estação de trem que une os dois países, e onde o presidente da Coréia do Sul, Moon Jae-in e o Kim Jong-un se encontraram em algumas ocasiões está sendo reconectada a rede de trens da Coréia do Sul, este lugar já pode ser visitado, mas por enquanto somente em grupos autorizados.


Como visitar a fronteira entre a Coréia do Sul e a Coréia do Norte?


É desaconselhado fazer o passeio por conta própria, a maneira correta é comprando um pacote com as agências de viagens de Seul, mas você pode comprar o passeio pelo Get Your Guide, que é parceiro do Vou na Janela e você tem a vantagem de ganhar tempo sem precisar procurar por uma agência em Seul.

 

O que os guias recomendam é nunca se afastar dos grupos, portar sempre o seu passaporte pois ele pode ser pedido a qualquer momento e só fotografar em lugares permitidos.

A ponte que une os dois países, mas não é possível chegar do outro lado


Parentes do lado sul coreano amarram essas fitas na cerca


Mais uma espiadinha na Coréia do Norte


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Eu fiquei no Loisir Hotel Seoul Myeongdong, era perto de tudo e tinha um quarto com tamanho bom para os padrões locais. Além de ser tudo bem confortável, com uma ótima cama, ar condicionado e aquecedor. Achei bacana que o piso era aquecido, o que foi sensacional pois fazia -9 graus quando eu estive em Seul.

Um amigo meu estava no Hotel MIDO Myeongdong, um hotel menor mas com uma localização perfeita. Eu fui no MIDO e achei o hotel limpo, bem organizado e o dono era muito simpático.

Em Gangnam e recomendo o Hotel La Casa, que como diz o nome, tem um conceito de casa. Um ambiente menos impessoal, menos com cara de hotel, tudo lindo.

Outra região muito procurada é Mapo-Gu, é a área com mais hotéis em Seul e não fica distante dos principais palácios da cidade, também pode ser uma boa opção de hospedagem. Veja a lista de hotéis em Mapo-Gu aqui

Por fim, Itaewon é uma das áreas mais bacanas de Seul, talvez o bairro mais “internacional” da cidade, pela enorme quantidade de bares e restaurantes de culinária mundial. Bateu uma saudade da comida brasileira? Lá você encontra. Veja a lista de hotéis em Itaewon aqui


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Fabricio Moura

Meu nome é Fabricio, moro em Bangkok na Tailândia, sou designer e apaixonado pelo mundo. Descobri que viajar é se perder e se encontrar. Se conhecer melhor e se amar mais. Acumular histórias e experiências. Vamos?

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