Ásia dia 9: Siem Reap | Sunrise em Angkor Wat e cidade antiga

Angkor Wat

Era umas 3h50 da madruga quando o celular despertou. Tinha que levantar cedo para ver o sol nascer no templo de Angkor Wat, para tal, o motorista que eu contratei ainda no Brasil ia passar no hotel pontualmente às 4h40 e na hora marcada lá estava ele. Mr. Srey Raya, um cambojano boa praça, todo trabalhado na boa vontade e com inglês que dava pra entender na maioria das vezes me guiou pra cima e pra baixo nesse primeiro dia aqui.

Primeiro paramos em um moderno e suntuoso prédio para comprar o ingresso. O dia custa 20 dólares para visitar todos os templos do complexo de Angkor, para dois dias, 30 dólares e o terceiro dia é de graça. A compra é demorada, tem que tirar uma foto na hora e imprimem seu ingresso com a sua foto.

Ver o “sunrise” em Angkor é um dos pontos altos da visita ao Camboja e pelo número de pessoas comprando a entrada já dava o tom de como seria.

Dali fomos para o templo, ainda estava noite e uma quantidade absurda de tuk-tuks e vans levavam a turistada toda.

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Here comes the sun

Ainda na penumbra, dava pra ver como Angkor Wat é incrível, sentei na beira do lago e esperei. A medida que o dia ia clareando, o reflexo do templo na água e o céu colorido ficavam ainda mais bonitos. E lá veio o sol, como uma bola de fogo surgindo por trás do lado esquerdo do templo, para delírio da multidão de japoneses com suas câmeras poderosas.

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Foi inesquecível

O espetáculo é realmente lindo e explica a quantidade de gente que vai até lá. Logo após o nascer do sol, praticamente todo mundo vai embora. Pela posição do sol, Angkor fica mais bonito a tarde, que é quanto todo mundo volta para visitar o templo.

Dali fomos em direção a antiga cidade murada de Bayon. A cidade é quadrada, com uma entrada de cada lado. Nas entradas temos essa ponte aí com todas essas estátuas segurando uma cobra, e isso a gente vê por todos os cantos aqui.

Entrada da cidade antiga

Entrada da cidade antiga

Os guardiões da cidade antiga

Os guardiões da cidade antiga

A primeira parada foi no Bayon, o templo do Rei Jayavarman VII, construído lá por volta de 1100, ele mostra as múltiplas faces do rei, até essa sorridente aí, a mais famosa.

Smiling

Smiling

Aqui eu quase caí em uma armadilha para turistas. Uns caras ficam circulando pelo templo, usando roupas semelhantes as do pessoal da administração (que fazem vista grossa) e eles se aproximam de quem está sozinho e se oferecem para te fotografar. Aí eles começam a agir como guia de turismo e te cobram por isso. “Hey man, I don’t need a tour guide, ok?!” E manda o cara correr.

Bayon

Bayon

É lindo e imagem nenhuma consegue chegar perto do ao vivo

É lindo e imagem nenhuma consegue chegar perto do ao vivo

Falando nisso, o assédio aqui é muito, mas muito grande. Eu comprei um ímã de geladeira de um garotinho e de repente tinham uns 10 em volta de mim vendendo de tudo, acho que eles venderiam até a mãe se eu quisesse comprar. Isso é muito chato.

Dali eu segui para o templo de Baphuon, que tem uma belíssima passarela até ele. Esses templos da cidade antiga ainda não estavam tão cheios, o que deu pra relaxar e apreciar o lugar, já estava bem quente e isso era por volta das 9h da manhã.

Baphuon

Baphuon

A cidade antiga vale muito a pena se dedicar a ela por um dia inteiro, os templos são incríveis e a gente fica tentando imaginar a vida aqui a centenas de anos atrás.

Em seguida fui para o Terraço dos Elefantes e ao lado dele o Terraço do Rei Leper, pelo menos nesses templos não rolou assédio com os turistas.

Terraço dos elefantes

Terraço dos elefantes

Por volta do meio dia voltamos para Angkor Wat, para agora sim visitar o templo. O calor beirava o insuportável, fazia nada menos que 45 graus e não fosse a toalha úmida enrolada na cabeça, eu não teria suportado.

Angkor Wat

Angkor Wat

Entrada do templo

Entrada do templo

Vermelho por dentro

Vermelho por dentro

Se Angkor é impressionante por fora, por dentro é magnífico. As paredes ainda guardam algumas pinturas do século 12. Ele era todo vermelho por dentro, deveria ser impressionante.

Detalhes

Detalhes de Angkor Wat

Dá para explorar praticamente todo templo, inclusive subir na parte mais alta. É emocionante e realmente o ponto alto dessa visita ao Camboja.

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Fabricio Moura

Meu nome é Fabricio, moro em São Paulo, sou designer e apaixonado pelo mundo. Descobri que viajar é se perder e se encontrar. Se conhecer melhor e se amar mais. Acumular histórias e experiências. Vamos?

4 Comentários

  • Responder abril 25, 2016

    Bóia

    Oi, Fabrício. Tudo bem? 🙂

    Seu post foi selecionado para o #linkódromo, do Viaje na Viagem.
    Dá uma olhada em http://www.viajenaviagem.com

    Até mais,
    Bóia – Natalie

    • mm
      Responder abril 25, 2016

      Fabricio Moura

      Oie! Suuuuper obrigado pessoal. Valeu mesmo =)

  • Responder novembro 5, 2016

    Adilson Rodrigues

    Bom dia, Fabricio

    Parabens pelos post muito bem escritos e com uma visão completa. Sobre este especifico, você menciona um motorista (Mr. Srey Raya) que contratou ainda quando no Brasil.

    Você teria o contato ou como fez a reserva? O veiculo usado comporta um casal com criança de 11 anos?

    Obrigado pela atenção

    • mm
      Responder novembro 5, 2016

      Fabricio Moura

      oi Adilson, tudo bem? Ele tem uma van com ar condicionado muito boa e confortável e só vão vocês no carro.
      O email dele é sreyraya@gmail.com, telefone (855) 9292-8209. Diz que fui eu que indiquei e pede desconto, ele é ótimo pra negociar.

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