Ásia dia 8: De Chiang Mai para Siem Reap no Camboja

Chiang Mai para Siem Reap

Meu dia começou às 5h da manhã, eu fui ao templo Wat Lok Molee ao lado do meu hotel em Chiang Mai para um ritual de purificação com os monges, uma experiência única que eu guardo para mim. Tudo isso é um processo e quando eu estiver mais resolvido, falarei aqui no blog.

Hoje eu fui de Chiang Mai para o Camboja, via Bangkok. Mas antes de colocar os pés no avião, eu precisava chegar ao aeroporto e aí que surgiu um pequeno problema: taxis são raridade em Chiang Mai. As opções eram os “mini-bus”, aquelas pick-ups com cobertura na caçamba que só saem quando der lotação de 10 pessoas e eu não tinha tempo pra isso ou um tuk-tuk. O tempo era curto e a mocinha (uma querida <3) da recepção do hotel ficou no meio da rua cercando um tuk-tuk. E lá fui eu!

O motorista parecia mais envenenado que o habitual, passava batido em todos os quebra-molas, fazia curvas a toda e ultrapassava todos os deuses hindús nas quebradas. Preço da aventura: 100 Baths (10 reais) e eu cheguei a tempo e com um galinho na cabeça.

Chegando no aeroporto de Chiang Mai, tem que fazer o raio-x para entrar no terminal, aí você imagina a fila, mas até que o check-in foi rápido e aí para entrar na sala de embarque, claro, raio-x de novo.

Embarque remoto, pushback na hora e em minutos já estávamos voando para Bangkok, chegamos até com 15 minutos de antecedência, coisa linda! Esses 15 minutos vieram a calhar quando a conexão em Bangkok é complicada e mostra como nossos amigos asiáticos são fracos na prestação de serviços.

Chiang Mai para Siem Reap: Primeira vez na saída de emergência

Chiang Mai para Siem Reap: Primeira vez na saída de emergência

Em desembarquei no terminal doméstico do Aeroporto Dom Mueang e tinha que retirar a mala, correr para o terminal internacional, fazer o checkin, despacho, imigração, raio-x e embarcar. Eu tinha 2h30 para fazer isso, tempo suficiente, correto? Não na Tailândia.

Primeiro que, ao contrário da organização do terminal doméstico do Dom Mueang, o terminal internacional é uma zona de guerra.  Primeiro, precisamos fazer o raio-x para entrar no cercadinho do check-in (nunca vi isso na vida), depois do check-in zoneado da Air Asia, corre para o controle de passaporte. Tinha apenas um balcão para atender umas 60 pessoas com passaportes não asiáticos. Ali eu perdi uns 40 minutos e começou a bater um desespero com medo de dar ruim ever e perder o vôo.

Procedimento feito e ainda tinha o raio-x, shit! A fila dava voltas, parecia os cachos de Shiva. Resumindo: cheguei no portão de embarque faltando 5 minutos e adivinha? Vôo atrasado!

Pula essa parte, o vôo foi tranquilo, pouso turbulento, imigração no Camboja chatinha e isso vale muito um post. Foi pra lista.

Siem Reap é pura poeira, ruas de terra sem iluminação pública. Não tem o trânsito tão caótico como na Tailândia, mas é um lugar muito pobre e que a todo momento tem apagões de energia. Em 5 horas eu contei 3, sorte que o hotel tem gerador.

O resto do dia foi na piscina do hotel, para aguentar o calor de 45 graus que marcou hoje. A noite saí para comer, uma experiência falha. Não me dei bem com a comida, vamos tentar de novo amanhã, mas a breja Angkor é maravilhosa!

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Eu escrevi um post com dicas de onde escolher a sua hospedagem em Chiang Mai. Recomendo a leitura. Entretanto eu vou deixar algumas dicas aqui embaixo.

Chiang Mai surgiu como uma cidade murada e com o passar dos séculos, ela foi crescendo para fora dessa área. E o melhor lugar para se hospedar em Chiang Mai é dentro dessa área ou no entorno dela.

Quando eu visitei Chiang Mai, eu me hospedei no Rich Lanna House. O hotel tem um ambiente super acolhedor, quartos amplos, ótimo café da manhã e uma bela piscina para se refrescar no calorão.

Perto do Night Bazaar eu recomendo o Zero Chiang Mai, um hotel 3 estrelas super charmoso e com quartos arejados e modernos.

Dentro do centro histórico eu recomendo o fantástico U Chiang Mai. Um hotel que não tem como errar, além de proporcionar uma experiência única no coração do centro histórico.

O Baan Boo Loo Village é outro hotel que fica dentro do centro histórico, mas e esse hotel é muito especial, ele é composto por casas tradicionais tailandesas. Eu já fiquei em um hotel assim, foi uma experiência única.

Se você busca economia, mas sem abrir mão do conforto, recomendo o imbatível Eurana Boutique Hotel. Um hotel 3 estrelas muito confortável com diárias a partir de 100 reais. Incrível, não é?


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Fabricio Moura

Meu nome é Fabricio, moro em Bangkok na Tailândia, sou designer e apaixonado pelo mundo. Descobri que viajar é se perder e se encontrar. Se conhecer melhor e se amar mais. Acumular histórias e experiências. Vamos?

1 Comentário

  • Responder abril 21, 2016

    Nadia Brauwers

    Minha filha fez esta viagem, Camboja, Laos..(leste asiatico).e adorou o Camboja…quer ir mais uma vez, comigo…estou louca para conhecer este lado, pois quando na India, me arrependo até hoje de não ter esticado a viagem, r$r$r$r$!!! Tire bastante proveito das coisas ditas negativas, são elas que fazem a gente nunca esquecer um lugar..Beijos!

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