Ásia dia 11: Siem Reap, Old Market e Angkor National Museum

Angkor National Museum

Depois de dois dias visitando os templos do complexo de Angkor, hoje foi dia de conhecer melhor Siem Reap. Como todas as cidades do Camboja, é uma cidade bem simples, mas que tem boas opções que vão além dos templos que a deixaram famosa.

Eu comecei o meu passeio nas margens do Rio Siem Reap, que corta a cidade e que garante um pouco de frescor nesse calor quase insuportável. O rio tem essa aparência estranha, é cheio de algas o que atrapalha a navegação, dizem que volta e meia aparece um jacaré para tomar sol no centro da cidade.

Margem do Rio Siem Reap

Margem do Rio Siem Reap

Caminhando pela margem do rio, perto da Pub Street – que é bem bacana a noite –  eu cheguei até o templo Wat Preah Prom Rath. É um templo budista e hinduísta, cheio de pagodas coloridas, estátuas de divindades, de animais e muito dourado. Ele é o principal templo da cidade e lá nos fundos acontecia um almoço para a comunidade.

Parte Hindú do templo

Parte Hindú do templo

Dentro do templo, as paredes contam a história de Buda em busca da iluminação em pinturas com detalhes em alto relevo.

Parte budista

Parte budista

Saindo do templo eu cheguei ao Old Market, um mercado onde você encontra de tudo. Muito, mas muito artesanato local, sapatos, falsificações ao lado de peixe fresco. O lugar é bem caótico e isso é o mais legal dele. A todo momento as vendedoras tentam te fazer comprar uma camiseta, uma calça estampada ou uma fruta estranha.

Old Market

Old Market

Old Market

Old Market

Nas ruas no entorno do Old Market ficam os melhores restaurantes de Siem Reap, e foi em um deles que eu almocei. O lugar era bem bonitinho, se chama The Sun, o atendimento é de primeira e a culinária é internacional. Foi um alívio, eu não me dei muito bem com a comida daqui.

The Sun

The Sun

Eu comi um belo hamburguer vegetariano que não ficou devendo em nada aos tradicionais, seja no sabor ou aparência. Para acompanhar, uma bela cerveja Cambodia, a mais tradicional daqui, ao lado da Angkor. Preço da conta: 9 dólares (R$34,11). Barato não é, considerando que essa região da Ásia tem bom preço, mas foi aceitável.

Olha que maravilha

Olha que maravilha

Depois do almoço eu peguei um tuk-tuk por 2 dólares para ir visitar o Angkor National Museum, que como o nome diz, é o museu que conta a história de Angkor. Definitivamente, foi um dos melhores museus temáticos que eu já visitei.

Uma estrutura absolutamente incrível, com imensas salas de projeção audiovisual que contam a história de Angkor, milhares de estátuas que foram recuperadas de saqueadores, ladrões de tumbas e arqueólogos. Muitas peças estavam no Reino Unido, China, Austrália e hoje descansam no museu.

Angkor National Museum

Angkor National Museum

A visita começa por uma sala de vídeo que faz uma introdução do que foi Angkor e como o museu contará essa história. A sala seguinte é a dos 1000 Budas e sim, tem esse número de estátuas de Buda lá dentro. Algumas do século 6 e em perfeito estado.

A visita segue por outras 5 salas imensas com muitos dispositivos audiovisuais que tornam o museu a visita ainda mais interessante.

A viagem termina na loja do Angkor National Museum, daquelas que faz a gente querer comprar tudo, mas olha, era tudo tão caro ali que chegava a ser assustador.

Para entrar no museu é cobrado uma entrada de 12 dólares e lá dentro não pode tirar fotos, uma pena. Mas vale a pena, uma surpresa muito especial para quem vem a Siem Reap. Acho que seria interessante visitar o Angkor National Museum antes de ir até os templos, para entender melhor da história e do que se trata o que vemos lá.

A noite eu resolvi dar mais uma chance a culinária local, fui num restaurante onde só os cambojanos frequenta, eu era o único ocidental lá e foi até engraçado. Pedi um prato que ainda não sei bem o que era e veio esse mundo de comidas de entrada e essa panela com prato principal.

Tudo isso de entrada

Tudo isso de entrada

E o prato principal

E o prato principal

Tirando a pimenta, que quase me fez pedir ajuda pro Luciano, estava tudo ótimo! Aqui fica a nota mental: quando o cardápio disser “spicy” é spicy mesmo!

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Fabricio Moura

Meu nome é Fabricio, moro em São Paulo, sou designer e apaixonado pelo mundo. Descobri que viajar é se perder e se encontrar. Se conhecer melhor e se amar mais. Acumular histórias e experiências. Vamos?

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