O Parque Quinta Normal em Santiago e seus museus

Parque Quinta Normal

Na minha primeira viagem a Santiago, eu acabei descobrindo o Parque Quinta Normal por acaso. Eu queria visitar o Museu Ferroviário, que fica dentro do parque e para a minha surpresa, descobri uma das maiores áreas verdes de Santiago e lugar que reúne outros quatro museus: Museu de Arte Contemporânea, Museu de Ciência e Tecnologia, Museu Infantil e o Museu Nacional de História Natural. Além disso, do lado de fora dele fica o Museu dos Direitos Humanos.

O parque, além de grande, é o mais antigo da cidade, foi criado em 1841 e foi o primeiro parque urbano de Santiago. Tem um lago com pedalinhos, área de piquenique, pista de skate e quadras esportiva. É um excelente lugar para ir com as crianças.

Pedalinhos

Pedalinhos

De todos os museus que ficam dentro do Parque Quinta Normal, eu visitei o Museu de História Natural e o Museu Ferroviário e vou focar o post neles. Em uma segunda viagem eu visitei o Museu dos Direitos Humanos, mas isso é assunto para outro post.


Museu de História Natural


Ele fica logo na entrada do parque, em um prédio neoclássico de 1876, é um ótimo lugar para entender melhor a biologia e a formação do país que conhecemos hoje. Suas plantas, animais e povos primitivos que habitavam essas terras.

O lindo prédio do museu

O lindo prédio do museu

Mas o que deixou o museu famoso foi o enorme esqueleto de baleia de 15 metros de comprimento no hall de entrada do museu. A baleia morreu em Valparaíso há mais de 100 anos e o esqueleto foi levado em partes até o museu.

O esqueleto da baleia

O esqueleto da baleia

Moai da Ilha de Páscoa

Moai da Ilha de Páscoa

Para quem não tem a oportunidade de ir até a Ilha de Páscoa, pode ver Moais, aquelas enormes estátuas de pedras aqui mesmo.

Sabe o que é mais legal? A entrada para o Museu de História Natural é gratuita. O museu não abre na segunda-feira e mais informações você pode conseguir no site.


Museu Ferroviário


Eu visitei o Museu Ferroviário faltando pouco mais de uma hora para o seu fechamento, mas mesmo assim foi o suficiente para passear entre as dezesseis de locomotivas a vapor incrivelmente preservadas no enorme pátio do museu.

Tudo muito bem preservado

Tudo muito bem preservado

Tem uma locomotiva Rogers de 1893, um vagão presidencial de 1900 e uma composição inteira de 1908 que a gente pode visitar e ver como o padrão de transporte ferroviário mudou desde então.

Mas um dos trens mais legais é locomotiva Transandina, que atravessava a Cordilheira dos Andes do Chile a Argentina entre 1911 e 1971.

A famosa Transandina

A famosa Transandina

O museu funciona de terça a domingo e a entrada custa 800 pesos chilenos, mais informações no site.

Uma das composições mais bonitas

Uma das composições mais bonitas

E dá para entrar

E dá para entrar

O Parque Quinta Normal é enorme, para visitar todos os museus reserve um dia inteiro e ainda vai ser corrido, talvez seja o caso de priorizar alguns, eu escolheria além desses dois que eu falei no post, o Museu dos Direitos Humanos.


Como chegar ao Parque Quinta Normal


Para visitar o Parque Quinta Normal e seus museus a melhor forma é de metro. A estação de mesmo nome fica na entrada do parque e para usar o metrô de santiago é muito simples, mais informações no Guia de Santiago do Vou na Janela.

Leia mais:
Guia completo de Santiago
10 coisas grátis para fazer em Santiago
O que fazer em Santiago
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Todos os posts sobre o Chile


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mm

Fabricio Moura

Meu nome é Fabricio, moro em São Paulo, sou designer e apaixonado pelo mundo. Descobri que viajar é se perder e se encontrar. Se conhecer melhor e se amar mais. Acumular histórias e experiências. Vamos?

2 Comentários

  • Responder março 5, 2016

    Mike Ferro

    Quando fui no final do ano passado todos os museus de Santiago estavam fechados por causa de uma greve, o de história natural foi o primeiro que tentei visitar e dei de cara com a porta, mas enfim em uma próxima vez espero ter a oportunidade de conhecer.

    • mm
      Responder março 5, 2016

      Fabricio Moura

      Vale muito a pena, viu?!

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