Vamos falar sobre os perigos e golpes na Tailândia?

perigos e golpes na Tailândia

Nos últimos dois anos eu fiz duas longas viagens pela Ásia, durante essas viagens eu estive 6 vezes na Tailândia, reflexo do meu amor e carinho por esse pedacinho do paraíso do outro lado do mundo. Eu recebo muitas mensagens de pessoas que estão planejando viagens para lá e muitos me perguntando sobres perigos e golpes na Tailândia, que lugares evitar e quais precauções tomar.

É difícil a gente não se encantar com a Tailândia, um país de riqueza cultural abundante, cidades vibrantes e praias que povoam os sonhos de todos os turistas. Um país com povo amável, de sorriso fácil e de grande espiritualidade. O que pode dar de errado em um lugar como esse?

Esta semana eu esbarrei com uma matéria do jornal The Independent onde diz que nos últimos três anos, 7 turistas morreram em “circunstâncias misteriosas” e um permanece desaparecido em Koh Tao. Inclusive a matéria traz o caso de Elise Dallemagne, uma mochileira belga que foi encontrada morta recentemente (leia aqui).

E aí, navegando entre as notícias relacionadas no mesmo site eu encontrei um artigo recente da jornalista Elaine Dickinson que viveu no país e traz um artigo com vários relatos dos perigos e golpes na Tailândia e inclusive, diz que Koh Tao deve ser evitada a todo custo (leia aqui).

Recentemente a gente também ficou sabendo também do caso brasileira Bruna Fornasier que sofreu violência sexual na Tailândia. (leia aqui).

Todos esses casos são assustadores e mancham um pouco a imagem que a maioria de nós temos desse país lindo, um destino de sonhos mas que se tornou um pesadelo real para todas essas pessoas.

A verdade, é que perigos existem em todos os lugares, nós moramos em um dos países mais violentos do mundo e sabemos muito bem como é a realidade de quem vive com medo de sair de casa e ser assaltado ou acontecer o pior, e não voltar mais.

Quando a gente coloca a nossa realidade em paralelo com a de outros países, acaba relaxando e achando que todos os lugares são (mais) pacíficos e livres da violência. Andando pela Tailândia a gente ouve sobre lugares que são dominados por máfias locais que aplicam golpes nos turistas. Das máfias russa e chinesa que exploram a prostituição, o tráfico humano e o tráfico de drogas.

Koh Samui

Perigos e golpes na Tailândia: Koh Tao

As fantásticas ilhas da Tailândia são universos paralelos nesse mundo azul. Como em Koh Tao, um dos principais cartões postais tailandeses que eu tive o prazer de conhecer esse ano e que foi o foco do artigo do The Independent com esses casos de turistas mortos. Talvez, para evitar a publicidade negativa, já que estamos falando de um país onde o turismo é a principal fonte de renda, as autoridades façam vista grossa ou coloquem a maioria dos casos embaixo do tapete. Ou como o artigo mesmo sugere, a polícia local ser controlada pelas máfias.

Em todas as minhas andanças eu nunca me senti ameaçado em nenhum momento, nem perto de algumas situações que a gente vê em cidades como Rio ou São Paulo e nunca seria motivo para eu deixar de amar a Tailândia.

Por outro lado, eu sei e muitos sabem que pequenos golpes acontecem na real e podem acontecer em qualquer lugar do mundo, de Nova York a Mumbai. Quem nunca caiu em um não tem história pra contar.

Khao San Road

Perigos e golpes na Tailândia: Khao San Road

Em Bangkok é bem comum a gente ouvir falar de pequenos golpes com os turistas mais desavisados, como um tour oferecido por motoristas de tuk-tuk que levam o passageiro até lojas e com vendedores insistentes te obrigando a comprar. Ou nos clubes noturnos onde você paga para entrar e tiram todo seu dinheiro para te deixar sair, e se não pagar, pode ficar em cárcere ou tomar uma surra e ser jogado na sarjeta.

Taxistas que exploram o bolso do turista que não negociou o valor da corrida antes de entrar no carro. O golpe das jóias falsas que não passam de pedaços de vidro e por aí vai.

Independente de golpes ou lugares violentos, a Tailândia é linda e pode ser sim um lugar seguro se você tomar alguns cuidados que a gente já toma diariamente vivendo nas grandes e médias cidades. Não se esqueça que a gente pode cair em golpes dentro de casa, na frente do computador.



Eu já estive em Bangkok mais 5 vezes e aliás, já morei lá durante o ano de 2018. Todos os hotéis que eu vou indicar neste post eu já conheço e já me hospedei neles. Leia o post completo com todas as dicas ou confira os principais destaques aqui embaixo:

Rambuttri Village Plaza é um achado! Ele fica no coração do centro histórico de Bangkok, pertinho da Khao San. Embora essa região seja bem cheia, ele fica em uma rua super gostosa e bem tranquila. E foi neste hotel que eu me hospedei em duas ocasiões em Bangkok.

Amara Bangkok faz parte de uma rede de hotéis lá da Ásia, com duas unidades em Singapura, uma em Xangai e este em Bangkok. E não é exagero dizer, esse foi o melhor hotel que eu fiquei em Bangkok.

Prime Hotel Central Station foi reformado a pouco tempo, o quarto era enorme, com uma cama muito confortável. Uma bela vista da estação Hua Lampong, de onde saem os trens para Ayutthaya e para todos os cantos da Tailândia. 

The Quarter Ladprao fica em uma localização super estratégica em Bangkok, perto do Aeroporto Don Mueang e com fácil acesso de trem ao Aeroporto Internacional Suvarnabhumi.

Por fim, um hotel para quem está em trânsito. Eu fiquei no Suvarnabhumi Ville Airport Hotel durante uma conexão longa no Aeroporto Internacional Suvarnabhumi. O hotel fica ao lado do aeroporto, coladinho na pista. Inclusive eles tem um bar no rooftop – que serve drinks maravilhosos e ótimos pratos –  e de onde temos uma vista sensacional dos pousos e decolagens.


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Fabricio Moura

Meu nome é Fabricio, moro em Bangkok na Tailândia, sou designer e apaixonado pelo mundo. Descobri que viajar é se perder e se encontrar. Se conhecer melhor e se amar mais. Acumular histórias e experiências. Vamos?

1 Comentário

  • Responder abril 25, 2018

    Rosana

    A sua visão é masculina, é praticamente outro tratamento recebido por eles, quero ver é como tratam as pessoas do sexo feminino, em especial as estrangeiras brancas.

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