Ásia dia 16: De Krabi Town para famosa Phi Phi Island

De Krabi Town para Phi Phi Island

Eu acho que o Rimlay Villas é o primeiro e quem sabe o único hotel dessa viagem toda que eu vou sentir saudades, seja pela estrutura sensa ou pelo staff melhor ainda, já é a minha casa aqui na Tailândia e pretendo voltar um dia. Podem acreditar, o lugar é foda e não rolou nenhum jabá pra eu dizer isso.

Mas hoje foi dia de partir para a tão famosa Phi Phi Island e para isso eu comprei ainda no Brasil os tickets de Krabi para Phi Phi e de lá para Pucket com a Puket Ferry e aqui já fica uma dica importante: se você vai fazer essa viagem, compre a passagem pelo site, é mais cômodo e barato do que comprar direto no píer.

A viagem durou umas 2h30, o barco é bem grande, com um ar condicionado abençoado por Deus, mas uns bancos amaldiçoados que vou te contar, cheguei na ilha sem bunda. Sorte que como não estava lotado, eu peguei três bancos e me virei ali, mas foi osso.

Phi Phi é um caldeirão que ferve no meio do Mar de Andaman. A chegada no píer já dá o tom do que é Phi Phi Island. Gente pra todo lado, calor dos infernos e aquele caos que já é famoso da Tailândia.

Eu me hospedei no Papaya Phi Phi Resort e no píer fica o pessoal do staff para carregar as malas até o hotel. A localização é bem próxima ao píer, a ilha é bem pequena, nem achei que fosse tão necessário até ver a singela escada com 135 degraus para subir.

Para o alto e avante

Para o alto e avante

Os caras ainda colocaram umas plaquinhas ao longo da escada dizendo quantas calorias a gente perdeu até aquele ponto. Só rindo mesmo.

Contando as calorias perdidas

Contando as calorias perdidas

Mas o hotel é bacanudo e barato (como quase tudo na Tailândia), galera te recebe com toalhinhas geladas e welcome drinks. Mas mano, nesse calor de 38 graus morro acima não tem toalhinha que refresque.

No fim do dia fui dar um rolê pela ilha e acertar um barco pra me levar pra Maya Bay no dia seguinte. E o que não falta aqui são lojinhas, mercadinhos, farmácia e um posto médico.

Phi Phi tem duas praias, uma onde fica o píer Tomsay e a Loh Lana (sumertime sadness haha) do outro lado da ilha, mas esse “outro lado” se resume a alguns metros que as separam.

Geral vai ver o pôr-do-sol na Loh Lana e tem aqueles que meditam, que aplaudem e que bebem para saudar o deus do Álcool. Mas sério, o pôr-do-sol lá é lindão e isso não tem como contestar.

O iPhone cagou a foto, juro que era mais bonito

O iPhone cagou a foto, juro que era mais bonito

A noite em Phi Phi é agitada, são dezenas e talvez uma centena de bares, restaurantes e biroscas pelos becos. Sim, Phi Phi não tem ruas, só bequinhos que são fáceis de se perder mas é tão pequeno que a gente se acha com facilidade.

A gringaiada fica louca, mas muitoooo louca aqui, a gente vê cada cena impublicável, mas é cada um na sua. Os chineses, europeus, americanos e os ladyboys. É como eu disse, Phi Phi é um caldeirão no meio do mar, um purgatório manolhos, essa agitação é bacana, mas cansa. Sorte que o meu hotel fica num lugar tranquilo.

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Fabricio Moura

Meu nome é Fabricio, moro em São Paulo, sou designer e apaixonado pelo mundo. Descobri que viajar é se perder e se encontrar. Se conhecer melhor e se amar mais. Acumular histórias e experiências. Vamos?

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